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A história…por Douglas Fersan outubro 11, 2010

Posted by raizculturablog in Cultura & Massas.
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O Texto abaixo é de nosso irmão Douglas Fersan,

Aproveito esta oportunidade e convido a todos para visitar seu Blog – Umbanda em Debate

http://umbandaemdebate.blogspot.com/

 

A História da Umbanda

Um Serviço de Alexandre Cumino à Comunidade Umbandista

Por Douglas Fersan

 

Como contar a história da Umbanda, uma religião tão paradoxal?

Antes que me critiquem por dizer que a Umbanda é paradoxal, é preciso apresentar argumentos que justifiquem tal afirmação. Ao mesmo tempo em que tem suas raízes aprofundadas nas tradições populares, a Umbanda cada vez mais vem se elitizando e exigindo conhecimento – adquirido principalmente nos terreiros, aos pés das entidades, mas de outras fontes também. Mesmo tendo surgido entre as camadas mais populares da sociedade, hoje é possível observar a existência de inúmeros letrados nos terreiros. Ao mesmo tempo em que se confunde com a história da formação cultural brasileira, a Umbanda tem a sua própria história mergulhada num obscurantismo que gera dúvidas e até controvérsias entre seus seguidores.

Isso diminui a Umbanda ou faz dela uma religião ilógica?

De maneira alguma. Toda centelha que acenda o debate é importante no sentido de enriquecer o conhecimento sobre o assunto, e esses pequenos detalhes não mudam a essência da Umbanda, que reside na prática do bem, da caridade verdadeira, na oportunidade de espíritos encarnados e desencarnados trabalharem no auxílio dos necessitados e no próprio progresso ético e moral.
No entanto, um resgate da história da Umbanda se faz necessário – não se trata aqui da velha polêmica de codificar ou estabelecer paradigmas doutrinários aos cultos umbandistas, e sim de manter viva a memória de nossos cultos e de nossa crença, para que ela seja respeitada como tal, e não tratada como folclore ou crendice.
Independente da forma como cada casa realiza seu culto (pois bem sabemos que cada terreiro é um universo umbandista), é de vital importância que saibamos quem somos, de onde viemos e de que forma construímos nossas tradições. O universo dos orixás e das entidades de Umbanda ainda constitui um mistério para grande parte da população e, arrisco dizer, até mesmo para alguns umbandistas. Foram poucos os trabalhos que primaram pela memória da crença do chamado “povo do santo”; cito, sem medo algum de errar, os nomes de Pierre Verger e Reginaldo Prandi (autor do belíssimo A Mitologia dos Orixás, fruto de uma preciosa e admirável pesquisa), no entanto esses dois autores têm seu trabalho mais voltado para o Candomblé, o que não deixa de ser útil e pertinente aos nossos estudos, mas a Umbanda ainda fica um pouco órfã de uma literatura séria sobre suas origens.

A fim de preencher essa lacuna, nesse ano foi lançada a obra “A História da Umbanda – Uma Religião Brasileira”, do já conhecido e respeitado sacerdote Alexandre Cumino, autor de outros livros, como “Deus, Deuses e Divindades” e “Deus, Deuses, Divindades e Anjos”.

Não se trata de apenas mais um livro sobre Umbanda. Esses existem às dezenas e quase todos de qualidade duvidosa. Trata-se do resultado de um estudo histórico, concluído através de pesquisas e entrevistas, ou seja, é um trabalho sério, um verdadeiro serviço aos umbandistas.

Autor não apenas de livros, arrisco dizer que Alexandre Cumino é o maior divulgador da Umbanda na atualidade, principalmente através do JUS – Jornal de Umbanda Sagrada – um periódico gratuito de excelente qualidade e conteúdo e que tem esclarecido muitos irmãos-de-fé em algumas questões, além de desmistificar a nossa religião para os leigos, que graças à sua leitura, deixaram de nos tratar como feiticeiros ou meros “macumbeiros”, enxergando parte da riqueza de nossa crença e rituais.

Que a honestidade e a seriedade com que Alexandre Cumino trata a Umbanda em sua vida e, especialmente no seu novo livro, sejam o ponto de partida para que outros irmãos valorizem a religião e lutem pela sua memória e dignidade, levando ao mundo inteiro a Bandeira de Oxalá.

Douglas Fersan – outubro de 2010.

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Comentários»

1. José Carlos Moura - outubro 12, 2010

Douglas Fersan é uma pessoa que faz diferença, pq sempre que escreve sobre umbanda escreve com coerência e sobriedade.
ESse é um nome que junto com o Alexandre Cumino tem que ser valorizado, porque a umbanda é carente de gente que escreve desse jeito. Nota 10 para o artigo do Douglas Fersan e para o livro do Alexandre Cumino.

2. Vivian Werneck - outubro 18, 2010

IRMÃOS, ESTÁ CHEGANDO A SEMANA MAIS ESPERADA PELOS UMBANDISTAS:

I SEMANA UMBANDISTA DE VOLTA REDONDA

DE 12 A 15 DE NOVEMBRO

MUITAS ATIVIDADES, EXPOSIÇÕES, APRESENTAÇÕES, PALESTRAS COM ALEXANDRE CUMINO E RODRIGO QUEIROZ, LOCUTÓRIOS, RITOS DE LOUVAÇÃO TODOS OS DIAS, CAMINHADA DE SÃO JORGE E MUITO MAIS!!!

DIVULGUE! PARTICIPE! EVENTO PÚBLICO E GRATUITO.

PELA DESMISTIFICAÇÃO E DIGINIFICAÇÃO DAS RELIGIÕES DE MATRIZ AFRICANA!

GRUPOS DE OUTRAS LOCALIDADES PODEM RESERVAR ALOJAMENTO GRATUITO ATÉ 12/11 PARA GUARDAREM BOLSAS, TOMAR BANHO, TROCAREM DE ROUPA, ETC, ATRAVES DO EMAIL UMBANDA.BLOG@IG.COM.BR

MAIS INFORMAÇÕES:

BLOG ANAUÊ > http://www.umbandavr.blogspot.com
AQUI TEM O MATERIAL DE DIVULGAÇÃO PARA VOCÊ POSTAR TAMBÉM!!!

VIVIAN WERNECK
Movimento das Religiões de Matriz Africana do Sul Fluminense

3. Wilson - fevereiro 9, 2014

As Minhas Observações.

1)Não estou criticando pessoas e nem atacando a umbanda, só estou analisando idéias, praticas e princípios.
As minhas observações são mais para os centros de magia, candomblé, quimbanda, que praticam sacrifícios de animais e só tratam de assuntos matérias sem elevação moral, a umbanda pura não pratica sacrifícios de animais, mais existe alguns centros de umbanda que praticam esses sacrifícios.
Uma outra questão muito importante, são os espíritos desencarnados que atuam nesses ambientes, espíritos que pedem charutos, cigarros, cachaça, despachos outros pedem sacrifícios de pobres animais, são na realidade espíritos apegados a matéria e aos vícios e desejos terrenos, não vejo outra explicação para o fato.
Perguntamos, vocês acham que um espírito elevado ou espírito de luz vai precisar ou pedir charutos, cachaça, despachos e sacrifícios de animais, isso não tem lógica nem base moral seria.
São espíritos moralmente atrasados, espíritos apegados a matéria, somente isso.
Não podemos confiar passivamente e cegamente nesses espíritos, temos que analisar tudo pelo crivo severo da razão e da lógica, como recomenda sempre o Mestre Kardec em seus livros.
Por que, eu devo acreditar que espíritos desencarnados que pedem velas, charutos, cigarros, cachaça, despachos e outros pedem sacrifícios de pobres animais, eu deveria supor que são espíritos bons???
Isso é ridículo, não tem base Doutrinaria seria, somente espíritos apegados a matéria é que pedem tais coisas.

Vejamos as palavras de Chico Xavier sobre essa questão.
Para espíritos de luz, ou seja, espíritos superiores e puros, não existem necessidades materiais. Os espíritos que trabalham nos terreiros, em sua grande maioria, são aqueles que ainda guardam grandes necessidades das sensações terrenas e por isso usam os médiuns para absorvelas; quando não têm, fazem-no através dos despachos. São, na classificação da Doutrina Espírita, chamados de espíritos mais simples. É claro que existem aqueles outros que, mesmo tendo condição moral mais elevada,
manifestam-se nos terreiros de Umbanda, guardando os procedimentos ali adotados.

Chico Xavier fala, que os Espiritos de Luz não possuem necessidades matérias.
Os Espíritos de Luz.
Os Espíritos de Luz ou os Espíritos Superiores e Elevados não possuem necessidades matérias, eles estão moralmente depurados.
Os Espíritos de Luz possuem sempre uma Linguagem pura, digna, elevada, nobre, lógica e sublime de moralidade e seus ensinamentos visam sempre a melhoria Moral e espiritual das pessoas.
Os Espíritos Elevados são Virtuosos em seus ensinamentos.
Eles pregam o Bem, a caridade, o amor, a elevação moral, a disciplina, a ordem, as virtudes.
Os espíritos inferiores, perturbadores e obsessores possuem sempre uma Linguagem moralmente pesada, grosseira, ímpia, agressiva, maliciosa, sem lógica e sem elevação moral.
E suas mensagens só tratam de assuntos matérias vulgares.
Os Espiritos de Luz jamais vão pedir coisas matérias, como velas, despachos, cachaça, charutos, farofa e sacrifícios de animais.
Somente espíritos apegados a matéria e aos vícios terrenos é que pedem tais absurdos.

2) Espiritos como exu, caboclos, preto velhos, ogum, pomba gira etc…
Esses espíritos merecem nossa confiança???
Você confia cegamente nesses espíritos???
Por que, devemos confiar tanto nesses espíritos desencarnados???

Eis o conselho dado por São Luís a respeito:
“Por mais legítima confiança que vos inspirem os Espíritos dirigentes os vossos trabalhos, há uma recomendação que nunca seria demais repetir e que deveis ter sempre em mente aos vos entregar aos estudos: a de pensar e analisar, submetendo ao mais rigoroso controle da razão todas as comunicações que receberdes; a de não negligenciar, desde que algo vos pareça suspeito, duvidoso ou obscuro, de pedir as explicações necessárias para formar a vossa opinião”.
Vejamos mais uma Observação importante do Mestre Kardec.

“Os maus Espíritos temem o exame; eles dizem: ‘Aceitai nossas palavras e não as julgueis.’ Se tivessem a consciência de estar com a verdade, não temeriam a luz. O hábito de escrutar as menores palavras dos Espíritos, de pesar-lhes o valor, distancia forçosamente os Espíritos mal intencionados, que não vêm, então, perder inutilmente seu tempo, uma vez que se rejeite tudo o que é mau ou de origem suspeita. Mas quando se aceita cegamente tudo o que dizem, que se coloca, por assim dizer, de joelhos diante de sua pretensa sabedoria, fazem o que fariam os homens – disso abusam.” (Allan Kardec, Escolhos dos Médiuns, Revista Espírita, fevereiro de 1859)

3) Todos os ensinamentos e mensagens que venha dos espíritos desencarnados, tem que ser analisados com muito cuidado e critério, por que, existe no mundo espiritual ou plano astral, muitos espíritos mentirosos, hipócritas, embusteiros, sedutores e mistificadores, que usam nomes falsos, pomposos e importantes para enganar as pessoas, eles também usam uma LINGUAGEM melosa, suave e doce para seduzir e mistificar, eles falam macio, são lobos em pele de ovelhas, temos que ter muito cuidado. O Mestre Jesus disse, cuidado com os falsos profetas, esses falsos profetas também existem no plano astral, são os mistificadores desencarnados, tudo fazem para iludir, enganar as pessoas.
Como evitar isso?
Não devemos aceitar nada cegamente e passivamente, todos os ensinamentos e mensagens que venha dos espíritos desencarnados têm que passar pelo crivo severo da Razão e da Lógica, para poder ser aceiro, qualquer ofensa a Razão, a lógica e a Moral, denuncia um espírito embusteiro e mal intencionado. Portanto, a regra é essa, passar tudo pelo crivo rigoroso da razão e da lógica, a nossa fé tem que ser raciocinada e não cega. Os maus espíritos não suportam o exame rigoroso e racional das suas mensagens e comunicações, é por isso, que eles evitam a critica, e tentam colocar na mente das pessoas que criticar é algo ruim, eles querem levar as pessoas para um estado de aceitação passiva, ninguém critica, ninguém analisa, ninguém raciocina, ninguém questiona, ninguém pensa, somos robôs em suas mãos.
Os espíritos mistificadores e obsessores, usam nomes falsos e pomposos e também usam uma LINGUAGEM melosa, suave, doce, para seduzir e enganar as pessoas, tudo isso ocorre, por que, as pessoas não usam o crivo severo da Razão e da lógica, para analisar as comunicações mediúnicas.
Esses espíritos desencarnados que se apresentam nesses centros de macumbas, pedindo, charutos, cachaça, sacrifícios de animais e despachos, são espíritos apegados a matéria e aos vícios terrenos, muitos deles são maldosos, vingativos, embusteiros, sedutores e obsessores, são os espíritos imundos relatados nos Evangelhos, que as religiões chamam de demônios. Devemos evitar esses ambientes de baixa espiritualidade, são lugares perigosos.

4) Uma outra questão muito importante são as superstições e crendices que existem nos cultos afro brasileiro, o uso de roupas brancas, amuletos, talismã, velas, incenso, colares, figas, despachos são coisas completamente erradas ligadas as idéias supersticiosas.
Vejamos agora uma observação muito importante do Professor J. Herculano Pires.

Não se deixe atrair por macumbas e as diversas formas de mistura de religiões africanas com as nossas crendices nacionais.
Não pense que alguém lhe pode tirar a obsessão com as mãos. Os passes têm por finalidade a transmissão de fluidos, de energias vitais e espirituais para fortificar a sua resistência.
Não confie em passes de gesticulação excessiva e outras fantasias. O passe é simplesmente a imposição das mãos, ensinada por Jesus e praticada por Ele. É uma doação humilde e não uma encenação, dança ou ginástica.
Não carregue amuletos nem patuás ou colares milagrosos. Tudo isso não passa de superstições provindas de religiões das selvas. Você não é selvagem, é uma criatura civilizada capaz de raciocinar e só admitir a fé racional.
Estude o Espiritismo e não se deixe levar por tolices.
Dedique-se ao estudo, mas não queira saltar de aprendiz a mestre, pois o mestrado em espiritismo só se realiza no plano espiritual. Na Terra somos todos aprendizes, com maior ou menor grau de conhecimento e experiência.

Como disse Herculano Pires: Não carregue amuletos nem patuás ou colares milagrosos. Tudo isso não passa de superstições provindas de religiões das selvas. Você não é selvagem, é uma criatura civilizada capaz de raciocinar e só admitir a fé racional.
Estude o Espiritismo e NÃO SE DEIXE LEVAR POR TOLICES.
Isso diz tudo.

Perguntamos J. Herculano Pires esta errado nessa observação??????
Gostaria de uma resposta.

Em O Livro dos Médiuns, no item 282, Kardec novamente interrogou os Espíritos acerca do assunto:

17ª Certos objetos, como medalhas e talismãs, têm a propriedade de atrair ou repelir os Espíritos conforme pretendem alguns?

“Esta pergunta era escusada (desnecessária), porquanto bem sabes que a matéria nenhuma ação exerce sobre os Espíritos. Fica bem certo de que nunca um bom Espírito aconselhará semelhantes absurdidades. A virtude dos talismãs, de qualquer natureza que sejam, jamais existiu, senão, na imaginação das pessoas crédulas.”

Vejamos as explicações do Mestre Allan Kardec na Obra o Livro dos Espiritos.

553 – Qual pode ser o efeito das fórmulas e práticas com que algumas pessoas pretendem dispor da cooperação dos Espíritos?

– É o efeito de torná-las ridículas se forem pessoas de boa-fé. Caso contrário, são patifes que merecem castigo. Todas as fórmulas são enganosas; não há nenhuma palavra sacramental, nenhum sinal cabalístico, nenhum talismã que tenha qualquer ação sobre os Espíritos, porque eles são atraídos somente pelo pensamento e não pelas coisas materiais.

553 a – Alguns Espíritos não têm, às vezes, ditado fórmulas cabalísticas?

– Sim, há Espíritos que indicam sinais, palavras esquisitas ou prescrevem alguns atos com a ajuda dos quais fazeis o que chamais de tramas secretas; mas ficais bem certos: são Espíritos que zombam e abusam de vossa credulidade.

554 – Aquele que, errado ou certo, tem confiança no que chama virtude de um talismã, não pode por essa própria confiança atrair um Espírito, já que é o pensamento que age? O talismã não será apenas um sinal que ajuda a dirigir o pensamento?

– É verdade; mas a natureza do Espírito atraído depende da pureza da intenção e da elevação dos sentimentos; portanto, devemos crer que aquele que é tão simples para acreditar na virtude de um talismã não tenha um objetivo mais material do que moral. Além do mais, em todos os casos, isso indica uma inferioridade e fraqueza de idéias que o expõem aos Espíritos imperfeitos e zombeteiros.

O Codificador Allan Kardec comentou, concluindo e reiterando a total desvinculação do Espiritismo com o pensamento mágico propalado pelas religiões e crenças fetichistas:

“Os Espíritos são atraídos ou repelidos pelo pensamento e não por objetos materiais (…). Em todos os tempos os Espíritos superiores condenaram o emprego de signos e de formas cabalísticas; e todo Espírito que lhes atribui uma virtude qualquer ou que pretende dar talismãs que denotam magia, por aí revela a própria inferioridade, quer quando age de boa-fé e por ignorância, (…) quer quando conscientemente (…). Os sinais cabalísticos, quando não são mera fantasia, são símbolos que lembram crenças supersticiosas na virtude de certas coisas, como os números, os planetas e sua correspondência com os metais, crenças nascidas no tempo da ignorância e que repousam sobre erros manifestos, aos quais a ciência fez justiça, mostrando o que há sobre os pretensos sete planetas, os sete metais, etc. A forma mística e ininteligível de tais emblemas tem o objetivo de os impor ao vulgo (…), aquilo que não compreende.”

A respeito do assunto, o eminente Allan Kardec, na questão 553 de O Livro dos Espíritos indagou aos benfeitores da Humanidade, recebendo a lúcida resposta:

“Todas as fórmulas são mera charlatanice. Não há palavra sacramental nenhuma, nenhum sinal cabalístico nem talismã que tenha qualquer ação sobre os Espíritos, porquanto estes só são atraídos pelo pensamento e não pelas coisas materiais”.

Disso tudo podemos ver onde esta a Verdade que liberta os seres humanos das mentiras, superstições e crendices.
Como disse Herculano Pires: Não carregue amuletos nem patuás ou colares milagrosos. Tudo isso não passa de superstições provindas de religiões das selvas. Você não é selvagem, é uma criatura civilizada capaz de raciocinar e só admitir a fé racional.
Estude o Espiritismo e NÃO SE DEIXE LEVAR POR TOLICES.
Isso diz tudo.

Perguntamos J. Herculano Pires esta errado nessa observação??????
Gostaria de uma resposta.

Wilson Moreno discípulo do Mestre Allan Kardec.


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